O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Anglo American firmaram, nessa quinta-feira, 30 de agosto, novo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) pelo qual a empresa se compromete a custear auditoria ambiental independente, no prazo de seis meses, com o objetivo de identificar os impactos sobre o meio ambiente dos dois rompimentos do mineroduto Minas-Rio, ocorridos nos dias 12 e 29 de março deste ano, em Santo Antonio do Grama.
A auditoria será desenvolvida pela Ramboll Brasil Engenharia e Consultoria Ambiental e a Anglo American terá ainda que determinar as medidas a serem tomadas para a devida restauração e a proteção da saúde humana, além da prevenção de novos danos ambientais.
Outra auditoria específica já está sendo realizada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S/A (IPT), para identificar as causas dos rompimentos e a dinâmica dos processos e condições de operação e de manutenção dos equipamentos e dos sistemas de controle de poluição, além da avaliação de riscos de acidentes e dos planos de contingências para proteção dos trabalhadores e da população situada na área de influência.
O novo ajuste será submetido pelo promotor de Justiça Pedro Henrique Rodrigues Alvim à Justiça de Rio Casca para homologação. Colaboraram na tomada do compromisso, os promotores de Justiça Andressa de Oliveira Lanchotti, coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente (Caoma) e Leonardo Castro Maia, coordenador regional das Promotorias de Justiça por Bacias Hidrográficas do Rio Doce.
Fonte: Caoma
Ministério Público de Minas Gerais

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