terça-feira, 7 de abril de 2026

Ponte nova – Polícia Militar prende individuo por receptação e recupera material furtado

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Nesta segunda – 06/04, por voltadas 09:19, a Polícia Militar de Ponte Nova foi acionada para comparecer na secretaria municipal de saúde, localizada na Rua Frederico Ozanan, centro da cidade. Chegando lá, a PM constatou o furto de 06 perfis de alumínio que compõem a fachada do prédio.
Após análise de imagens das câmeras de monitoramento, os militares identificaram um suspeito, 37 anos. Durante as diligências, o homem foi localizado.
Em conversa com os policiais, ele disse que vendeu o material furtado em um ferro velho da cidade. Assim, continuando a investigação, o receptador, 71 anos, foi localizado. O homem disse para os militares que comprou cerca de 27 quilos de alumínio pelo preço de R$162,00.
Os dois foram encaminhados para a Delegacia para que os trabalhos de praxe fossem feitos.
Fonte: Polícia Militar

terça-feira, 31 de março de 2026

MPMG obtém prisão de líder de organização criminosa e comparsa por homicídio em Rio Casca


O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) obteve a prisão do líder de uma organização criminosa e de um comparsa envolvidos em um homicídio qualificado ocorrido em Rio Casca, na Zona da Mata. As prisões foram efetuadas nesta quinta-feira, dia 26 de março, em ação conjunta entre o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Polícia Civil.
A denúncia sobre o caso partiu da Promotoria de Justiça de Rio Casca.
O mandado de prisão contra o mentor do crime foi cumprido dentro da unidade prisional de Juiz de Fora, onde ele já se encontrava recolhido. Na cela, foi apreendido um aparelho celular. Simultaneamente, o investigado responsável por fornecer o armamento e o suporte logístico para o atentado foi localizado e preso no município de Timóteo, no Vale do Aço.
O crime, ocorrido em 15 de fevereiro de 2026, foi planejado de dentro do sistema prisional. As investigações revelaram que o mandante utilizou um telefone celular para ordenar a execução de uma mulher que ele acreditava ser informante da polícia. No entanto, os executores assassinaram outra pessoa que nada tinha a ver com o caso. A vítima foi atingida por três disparos à queima-roupa no portão de sua residência.
De acordo com o MPMG, o grupo agiu de forma articulada, com divisão de tarefas entre quem ordenou o crime, quem forneceu a arma e quem realizou os disparos. Outros dois envolvidos na execução direta já haviam sido presos em flagrante na data do crime.
Além da denúncia pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo, o MPMG requereu a transferência do líder da organização para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). A instituição também pleiteia a fixação de uma indenização mínima de R$ 100 mil a título de danos morais em favor dos familiares da vítima.
Fonte: MPMG

segunda-feira, 30 de março de 2026

Atenção!!! Informações completas apuradas pela PM sobre o roubo na Fazenda Vista Alegre, em Urucânia

Durante a madrugada de sexta – 28/03, a Polícia Militar foi acionada devido ao roubo ocorrido no local citado pelo título da matéria. Era 00:45, quando três indivíduos, que estavam em um Fiat/Strada de cor preta, placa RTU7G72, chegaram ao local, dois deles armados ( 01 estava com arma curto e outro com uma longa) invadiram a residência.
Com constantes ameaças, renderam as vítimas em um cômodo. Enquanto 01 vigiava os moradores, os outros realizavam buscas no imóvel. Os invasores demonstravam interesse por arma de fogo.
Eles subtraíram R$ 50.000,00 de um cofre, um revólver calibre 32 ou 38, duas caixas de som JBL, uma motosserra, um esmeril, um cortador de grama, um quaro com couro de jacaré e uma caminhonete VW/Amarok, cor preta, placa GZM0E12. Além disso, roubaram os aparelhos celulares das vítimas, esses que foram descartados em lago existente nas proximidades, pois assim dificultaria o acionamento policial.
Após os fatos relatados, as vítimas conseguiram se libertar. A PM refez a rota de fuga e, já na estrada do Córrego Contendas, localizaram a Fiat/Strada incendiada. O boletim de ocorrência ainda diz que os fugitivos transferiram os materiais da Strada para a Amarok e seguiram rumo ignorado.
A polícia ainda segue em busca dos suspeitos.
Fonte: Polícia Militar

segunda-feira, 23 de março de 2026

Deputada mineira vai pagar R$ 45 mil para encerrar processo por fake news contra Fuad Noman

Delegada Sheila (PL) fechou acordo com o MPE para deixar ação por divulgar informações falsas na eleição de 2024 em BH
A deputada estadual Delegada Sheila (PL) vai pagar R$ 45 mil para encerrar sua participação em uma ação penal eleitoral que apura a divulgação de informações falsas contra o ex-prefeito Fuad Noman durante o segundo turno da eleição em Belo Horizonte, em 2024. O acordo foi homologado pela 29ª Zona Eleitoral de Belo Horizonte e prevê também a publicação de uma retratação nas redes sociais da parlamentar.
A decisão, assinada pela juíza Christina Bini Lasmar em 11 de março, acolheu um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) firmado entre Sheila e o Ministério Público Eleitoral (MPE). Pelo entendimento firmado no processo, o pagamento será feito em 10 parcelas mensais de R$ 4,5 mil, com depósito em conta judicial. Além disso, a deputada deverá publicar uma retratação formal em sua conta no Instagram, com conteúdo previamente aprovado pelo Ministério Público, e mantê-la no ar por pelo menos sete dias.
A ação penal foi proposta pelo Ministério Público Eleitoral contra Sheila, o deputado estadual e então candidato a prefeito Bruno Engler, a coronel reformada e então candidata a vice Cláudia Romualdo e o deputado federal Nikolas Ferreira, sob acusação de calúnia e difamação na propaganda eleitoral, além de divulgação de fatos sabidamente inverídicos. Segundo a decisão, a denúncia se relaciona a mensagens difundidas na reta final da campanha de 2024 com o objetivo de desqualificar Fuad Noman, então candidato à reeleição.
O processo aponta duas frentes principais de desinformação. A primeira envolveu a exploração descontextualizada da obra literária "Cobiça", de autoria de Fuad Noman, apresentada nas peças de campanha como se fosse um "livro erótico" e associada, de forma falsa, à descrição de violência sexual contra criança. A segunda atribuiu ao então prefeito responsabilidade pela suposta exposição de crianças a conteúdo impróprio durante o Festival Internacional de Quadrinhos, em maio de 2024, embora o evento tivesse classificação etária e acompanhamento de profissionais da educação nas visitas escolares.
Na decisão, a juíza registrou que Sheila inicialmente ficou sem se manifestar sobre a proposta de acordo, mas depois pediu a reabertura das negociações. A defesa alegou que a condição prevista originalmente, com a renúncia temporária ao direito de se candidatar por 18 meses =, criaria desigualdade em relação aos demais investigados, diante da trajetória política da parlamentar e de sua atuação voltada à proteção de crianças e adolescentes.
O Ministério Público reavaliou o caso e aceitou retirar essa cláusula do acordo, entendendo que Sheila teve participação distinta da dos demais corréus. Segundo a decisão, ela atuou sobretudo como apoiadora da chapa, enquanto Bruno Engler e Cláudia Romualdo eram os candidatos majoritários e beneficiários diretos da narrativa veiculada na campanha. Com isso, o MP considerou proporcional ajustar as condições do acordo sem impor a restrição à capacidade eleitoral passiva.
A homologação do ANPP também levou ao desmembramento do processo em relação à deputada. A ação penal continuará contra Bruno Engler, Cláudia Romualdo e Nikolas Ferreira.
Fonte: O Fator