No Dia Nacional da Visibilidade Trans, 29 de janeiro, docente recorda importância da atuação do MPMG na operação Libertas, em Uberlândia, ao desmantelar associação criminosa voltada à exploração sexual de travestis e transexuais. Na região da Zona da Mata, Maria Augusta Gomes, mulher trans atendida durante MP Itinerante, também destaca papel da instituição no resgate da cidadania dessa parcela da população: "Eu renasci com o registro do meu nome social", contou.
A passagem do projeto MP Itinerante pelo município de Reduto, na Zona da Mata mineira, no dia 6 de novembro do ano passado, marcou o início de um processo de renascimento para Maria Augusta Gomes, mulher transsexual de 38 anos moradora da localidade. Ao saber dos serviços gratuitos de promoção da cidadania e de orientação jurídica que estavam sendo oferecidos, na Praça Padre Júlio Pessoa Franco, pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e por instituições parceiras, Maria Augusta não hesitou em comparecer ao local.
Na ocasião, ainda com o nome de registro masculino, o que ela buscava era uma segunda via da certidão de nascimento da mãe, que faleceu quando Maria Augusta tinha apenas dois anos. "Ela disse que não tinha lembrança da mãe e que gostaria muito de guardar, ao menos, a certidão", recorda a coordenadora do Departamento de Projetos Sociais do Sindicato dos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado de Minas Gerais (Recivil), Leila Xavier, que fez o atendimento.
Fonte: MPMG
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